A ANEEL confirmou que junho de 2026 continua com bandeira tarifária amarela. Na prática, isso significa acréscimo de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos, ou R$ 0,01885 por kWh. O motivo é o período seco, que reduz a geração das hidrelétricas e exige o uso de termelétricas, que têm custo de produção mais alto e impactam diretamente a tarifa.
O cenário mudou a partir de maio. De janeiro a abril deste ano, a bandeira ficou verde por causa das boas condições dos reservatórios. Em maio passou para amarela e o quadro se mantém agora em junho. Criado em 2015, o sistema de bandeiras é a forma da ANEEL dar transparência ao consumidor sobre as condições de geração de energia no país, mês a mês.
Cada cor indica um custo: verde não tem cobrança extra; amarela adiciona R$ 0,01885/kWh; vermelha Patamar 1 adiciona R$ 0,04463/kWh; e vermelha Patamar 2 adiciona R$ 0,07877/kWh. Com a amarela ativa, a ANEEL orienta a população a redobrar a atenção com o consumo para evitar desperdícios.
Pequenas mudanças de hábito fazem diferença na conta: apagar luzes de ambientes vazios, tirar aparelhos da tomada, preferir lâmpadas de LED, diminuir o tempo de banho e usar ar-condicionado com moderação ajudam a reduzir o consumo. Além de pesar menos no bolso, o uso consciente colabora com a sustentabilidade do setor elétrico.
Resumo em tópicos:
- Situação atual: bandeira amarela em junho de 2026
- Custo extra: R$ 1,885 a cada 100 kWh, ou R$ 0,01885/kWh
- Motivo: período seco → menos hidrelétricas → mais termelétricas
- Histórico 2026: Verde de janeiro a abril | Amarela em maio e junho
- Outras bandeiras: Verde R$ 0,00 | Vermelha P1 R$ 0,04463/kWh | Vermelha P2 R$ 0,07877/kWh
- Recomendação ANEEL: Adotar bons hábitos para evitar desperdício

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