O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que, em dois dias como pré-candidato à Presidência, fez mais do que “o Lula e o PT em 20 anos”. A declaração ocorreu durante o lançamento da pré-candidatura de Sergio Moro (PL-PR) ao governo do Paraná nas eleições deste ano. O evento ocorreu na noite desta sexta-feira, 29, em Curitiba.
“Em dois dias como pré-candidato à Presidência da República, nós já fizemos mais do que o Lula e o PT em 20 anos”, afirmou Flávio. “A criminalidade tomou conta do Brasil, todos nós saímos nas ruas preocupados. Enquanto ele foi fazer lobby, lamber as botas do Trump e defender marginais, nós fomos lá para pedir que eles [PCC e CV] fossem tratados como terroristas.”
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Durante o evento, Flávio exibiu um colete à prova de balas e também afirmou que não teme ameaças do crime organizado. Na quinta-feira 28, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificou o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. A medida atendeu a um pedido feito por Flávio durante visitas à Casa Branca no início da semana.
Flávio defende o combate rígido às facções criminosas
O evento em Curitiba também oficializou as pré-candidaturas ao Senado do deputado federal Filipe Barros (PL-PR) e do ex-procurador Deltan Dallagnol (Novo-PR).
Na ocasião, Flávio lembrou que o Congresso Nacional aprovou a lei antifacção e destacou o papel de Moro na medida. “Nós sabemos das dificuldades para enfrentar esses narcoterroristas, mas com coragem, como também fez o Moro, podemos combater esse sistema que joga pesado e sujo para devolver a tranquilidade ao povo brasileiro”, declarou.
O pré-candidato à Presidência defendeu o combate rígido às facções criminosas. “Vamos enfrentar esses bandidos com a mão pesada da lei, construindo presídios para que eles fiquem presos por muito mais tempo.”, continuou. “Essa eleição é sobre qual o caminho o Brasil vai seguir, se é com um presidente que diz que traficante é vítima do usuário ou o caminho para punir bandido, reduzir a maioridade penal e tratar o CV e o PCC como terroristas.”

