Flávio celebra classificação de facções como terroristas pelos EUA

O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), comemorou nesta quinta-feira, 28, a decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.

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“Grande dia”, escreveu o parlamentar nas redes sociais ao compartilhar uma publicação do secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, responsável pelo anúncio da medida. Na postagem republicada por Flávio, Rubio afirma que PCC e CV são “duas das organizações criminosas mais violentas do Brasil” e diz que os grupos possuem atuação além das fronteiras brasileiras.

O anúncio do Departamento de Estado ocorreu dois dias depois de o senador ter pedido diretamente ao presidente dos EUA, Donald Trump, que as facções brasileiras fossem classificadas como organizações terroristas estrangeiras.

O pedido foi feito durante reunião realizada na última terça-feira, 26, no Salão Oval da Casa Branca, em Washington. “Pedi enfaticamente ao presidente Trump que designe o quanto antes o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras”, declarou o senador depois do encontro.

Na ocasião, Flávio afirmou que Trump não deu resposta definitiva sobre o tema, mas disse que analisaria o assunto. O senador também defendeu maior cooperação internacional no combate ao crime organizado. No dia seguinte, 27 de maio, o parlamentar se reuniu ainda com Rubio e com o vice-presidente norte-americano, J.D. Vance, também em Washington.

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Com a decisão do Departamento de Estado contra PCC e CV, Flávio divulgou vídeo em que agradece a Rubio e a Trump. “O povo brasileiro de bem agradece”, afirmou. “Vamos dar um basta nesses grupos! O Brasil merece ter paz.”

Flávio fez apelo a Trump por classificação

O comunicado oficial do Departamento de Estado foi divulgado nesta quinta-feira. No texto, Rubio anunciou a classificação de CV e PCC como “terroristas globais”. “Juntos, eles comandam milhares de integrantes e orquestraram ataques brutais contra policiais brasileiros, autoridades públicas e civis.”

O Departamento de Estado declarou ainda que a medida faz parte da política do governo Trump de combate ao narcotráfico e às organizações criminosas internacionais.

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