O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), se reuniu nesta quarta-feira, 27, com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, em agenda na Casa Branca.
Durante o encontro, o parlamentar reforçou ao governo norte-americano o pedido para que as facções criminosas Primeiro Comando da Capital e Comando Vermelho sejam oficialmente classificadas como organizações terroristas estrangeiras.
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O senador fluminense chegou à Casa Branca acompanhado do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro e do empresário Paulo Figueiredo.
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Flávio também se reuniu separadamente com o vice-presidente dos Estados Unidos, J.D. Vance e com integrantes do Conselho de Segurança Nacional norte-americano.
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Segundo interlocutores, Rubio demonstrou preocupação com o avanço do crime organizado no Brasil e recebeu de forma positiva a proposta apresentada pela comitiva brasileira. A Casa Branca também teria sinalizado interesse em aprofundar a cooperação internacional na área de segurança pública.
A agenda com Rubio ocorreu um dia depois de Flávio se reunir com o presidente dos EUA, Donald Trump, no Salão Oval da Casa Branca.
No encontro, os dois discutiram temas ligados à segurança pública, combate ao crime organizado, investimentos estratégicos, minerais considerados críticos e tarifas comerciais envolvendo exportações brasileiras.
Flávio leva críticas a decretos de Lula sobre redes sociais
Durante a conversa com J.D. Vance, Flávio Bolsonaro apresentou críticas aos decretos editados pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre regulação de plataformas digitais. Segundo interlocutores, o senador do Partido Liberal afirmou que as medidas ampliam riscos à liberdade de expressão no Brasil em meio ao ambiente pré-eleitoral.
A reunião entre Trump e Flávio ocorreu cerca de 20 dias depois de o presidente norte-americano receber Lula na Casa Branca.
Flávio retorna ao Brasil nesta quarta-feira, 27, encerrando uma série de compromissos políticos em Washington.
Durante a viagem à capital dos EUA, o senador participou de encontros com integrantes do alto escalão da política externa norte-americana, entre eles o subsecretário do Departamento de Estado, Christopher Landau, e o assessor especial para o Brasil, Darren Beattie,.

