A PF (Polícia Federal) enviou o nome de Ricardo Magro, dono do grupo Refit, para a Difusão Vermelha da Interpol.
A solicitação do Brasil à rede internacional de polícias, no sábado (16), se deu após determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), que autorizou mandado de prisão contra Magro e busca e apreensão contra o ex-governador do Rio de Janeiro Claudio Castro (PL), na operação “Sem Refino”.
No pedido da PF, a força policial pede que ele seja procurado em 196 países por fraudes fiscais e sonegação de impostos. Ele é apontado como o maior sonegador do Brasil.
Saiba quem são os 14 alvos da operação contra Claudio Castro e Refit
Após o recebimento dos documentos e o mandado de prisão em aberto, a Interpol, sediada na França, analisa para saber se classifica o procurado brasileiro como foragido internacional.
Se for incluído, ele pode ser preso em qualquer país do mundo que faça parte do organismo internacional.
Magro foi alvo da PF na operação de sexta-feira (15) sobre sonegação de impostos que chegariam a R$ 52 bilhões. Ele mora fora do Brasil há pelo menos dez anos.

