Milagres-Ce: audiência pública sobre Atacarejo esclareceu polêmicas e fake news; saiba mais

Fachada da Câmara de Vereadores de Milagres | Foto: OKariri
Fachada da Câmara de Vereadores de Milagres | Foto: OKariri

A Audiência Pública sobre a implantação do Atacarejo Terra Santa em Milagres-Ce, aconteceu na manhã desta quinta-feira (06.07) e conforme o Portal OKariri tinha mencionado teve intuito de esclarecer polêmicas e fakes news.

A polêmica principal é sobre o terreno que fica ao lado da Câmara Municipal, que está sendo cedido pelo município por 15 anos para a construção de um estacionamento pela própria empresa do atacarejo.

Assista à Matéria:

Esse é o grande impasse, vejamos parte da fala do comerciante Raimundo Alamo:  

Segundo o mencionado por Gabriel Alves, representante do Terra Santa, a área de 312 metros quadrados será dividida em 22 vagas para o atacarejo, 11 para a população, além do embarque e desembarque. O investimento é de em média 300 mil reais que será custeado pela empresa, “a grande beneficiada é a população, pois com perdão da palavra a área está servindo de lixão”; mencionou Gabriel.

Sobre uma possível proibição do prefeito Cícero Figueiredo para implantação da empresa no município, foi esclarecido que ao contrário dos comentários, ele e sua administração deram total apoio ao investimento. O Prefeito disse que é democrático, pois se não fosse “empurrava por goela abaixo” a decisão sobre a implantação da empresa.

Durante a sessão foi sugerida a criação de outros estacionamentos e uma das sugestões foi que fosse feito no pátio da feira, nas imediações do mercado público, que conforme foi anunciado pelo prefeito, será reformado. Essa ideia ficou de ser estudada.

Segundo Gabriel, não é questão política e nem de doação. Ele disse ainda que desde março recebe currículo e ninguém será empregado por indicação e que hoje a empresa já emprega 10 milagrenses em Brejo Santo, o milagrense está saindo para trabalhar fora e poderia ficar aqui; disse ele que ainda lembrou que a concorrência é boa pois a população sai beneficiada e retorna o investimento em gastos no município.

O projeto agora seguirá para a votação dos vereadores, mas ainda há comerciantes que afirmam que em outro momento, o terreno mencionado seria vendido para a construção de um galpão, que seria alugado para uma fábrica de sapatos e não teria tido apoio para esse empreendimento.

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