Caso Von Richtofen: História de Suzane será contada no filme ‘A menina que matou os pais’

Vida real em filme | Um dos crimes mais chocantes vai virar filme e já tem nome. ‘A menina que matou os pais’ contará a história de Suzane von Richtofen, que planejou a morte da mãe e do pai, Manfred e Marísia, em 2002, com a ajuda do namorado Daniel Cravinhos e seu irmão, Cristian Cravinhos.

Dirigido por Mauricio Eça, o filme será rodado no segundo semestre deste ano, segundo informa o G1. Em um comunicado, o diretor explicou que o longa sEm um comunicado, ele diz que o filme será um “thriller psicológico de suspense”, que abordará os motivos em torno do crime com “detalhes e discussões nunca antes debatidos sobre o caso”.

O roteiro é assinado pela criminóloga Ilana Casoy, autora e pelo escritor de literatura policial Raphael Montes. No entanto, o elenco ainda não foi escolhido.

Dirigido por Mauricio Eça, o longa será rodado no segundo semestre deste ano | Google Imagens

Relembre o caso

Em outubro de 2002, no bairro do Campo belo, zona sul de São Paulo, na noite do dia 31, ocorreu um fato criminoso que, sem sombra de dúvidas, abalou o país. Era o início do “Caso Richtofen”.

“O local do crime fala. Você apenas precisa aprender a sua linguagem. Sabia-se que a pessoa que cometeu esse crime era íntima da casa, pois seu modus operandi não era de um típico delito de latrocínio.” (Dr. Ricardo Salada, Perito Criminal)

Manfred e Marísia von Richthofen, foram atingidos com diversos golpes na cabeça por dois agressores (Daniel e Cristian Cravinhos), que ficaram conhecidos como “os irmãos Cravinhos”. O mórbido cenário guardava como pano de fundo um detalhe que chocaria a população brasileira, qual seja: o crime tinha sido planejado e comandado pela filha do casal, a bela Suzane von Richthofen, que na época dos fatos tinha apenas 18 anos de idade.

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O homicídio fora movido pela seguinte razão: a família von Richthofen não aprovava o relacionamento amoroso entre Suzana (rica e culta) e Daniel (mais humilde e menos culto). A solução adotada pelo casal foi pragmática, ceifar a vida dos pais de Suzane.

Após a execução do plano, os criminosos resolveram simular um latrocínio, pois, dessa forma, sem a presença dos pais, Suzane poderia viver com seu namorado e, além disso, ganharia parte da valiosa herança deixada pelos seus pais. Para isso, contaram com a ajuda do irmão de Daniel, Cristian Cravinhos.

Na noite do crime, Suzane abriu a porta de entrada da casa permitindo que os irmãos Cravinhos tivessem acesso à residência. A partir daí, baseado nas confissões dos acusados no plenário do júri, Suzana teria subido ao segundo andar da casa e, após verificar que seus pais estavam dormindo, determinado que os irmãos cravinhos subissem e cometessem o homicídio, executando duros golpes na cabeça das vítimas.

Com Informações: Notícias ao Minuto

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