Milagres-CE: Professores do CEM participam de formação Pedagógica sobre alfabetização e letramento em crianças especiais

Capacitação | Uma boa educação é um bem enorme que produz benefícios pessoais durante toda a vida. Isso não é diferente para pessoas com síndrome de Down. Além de transmitir conhecimentos acadêmicos, a escolarização é um passo fundamental no desenvolvimento psico afetivo e no processo de socialização. Conviver com pessoas de diferentes origens e formações em uma escola regular e inclusiva pode ajudar ainda mais as pessoas com síndrome de Down a desenvolverem todas as suas capacidades. Segundo a Constituição de 1988: “A educação é um direito de todos e é dever do Estado e da família. Será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando o pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”.

Pensando nisso, os professores do CEM – Centro Educacional de Milagres participaram na tarde deste sábado (26/maio) de um encontro com Márcia Sá e Ryvieri Riva de Brejo Santo (ambas Psicopedagogas). O objetivo foi a capacitação e se preparar cada vez mais para atender os alunos especiais.

A escola já tem um aluno com Síndrome de Down, e pensando em ofertar o melhor para ele e para outros que eventualmente venham frequentar o CEM é que foi realizada a capacitação.

Segundo Márcia,” para que um educador possa trabalhar de forma humanizada com um aluno especial, ela tem que ser tão especial quanto essa criança.”

Formação Pedagógica: trabalhando o processo de alfabetização e letramento em crianças especiais;Foto: CEM

Sobre Síndrome de Down

A Síndrome de Down é uma alteração cromossômica causada por um cromossomo extra no par 21, ou seja, o humano que não tem down, apresenta 46 cromossomos (pares de 23), já o humano com down, tem 47 cromossomos (três copias do cromossomo 21, ao invés de duas).

Possuem características físicas semelhantes entre eles e apesar de apresentarem certa dificuldade intelectual e de aprendizado, devem ter estímulos desde a infância. Devem conviver em sociedade normalmente, atender a escolas, e serem tratados como qualquer outra pessoa (com cautela). Isto se dá, pois o “grau” é inversamente proporcional ao estímulo que a criança recebe na sua infância.

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