
A família da modelo cearense encontrada sem vida na China, no último dia 1º de janeiro, continua sem explicações sobre as circunstâncias que envolveram a morte de Camila Bezerra. Há mais de uma semana do ocorrido, as autoridades chinesas não souberam informar o que realmente aconteceu.
Embora tenha sido declarado pela advogada da família, Irene Dantas, que o corpo teria previsão de chegada ao Brasil até o dia de hoje, familiares informaram, na noite de ontem, não ter a confirmação dessa informação. “Por enquanto, não sabemos de nada”, disse o irmão de Camila, identificado como Gabriel.
Enquanto as investigações não avançam, parentes e amigos de Camila seguem na expectativa e lutando contra a tristeza da partida precoce da jovem, que tinha apenas 22 anos de idade.
Igreja
Na última segunda-feira, foi realizada a missa de 7º dia da modelo, em uma igreja do bairro Aldeota, em Fortaleza. No local, vestidos com uma camiseta branca com a foto de Camila, amigos, familiares, e pessoas que trabalharam com a modelo se emocionaram durante a celebração.
A jovem foi encontrada morta no, em Cantão, Guangzhou, China, por uma das brasileiras com quem dividia apartamento, que teria achado o banheiro revirado e logo depois o corpo da cearense do lado de fora do prédio, por volta das 9 h. A modelo havia saído com um grupo de pessoas com quem morava para comemorar o Ano-Novo.
Uma das hipóteses levantadas para o falecimento é a de que ela teria se jogado da janela do banheiro do apartamento onde residia, no 14º andar. No entanto, amigos e familiares não acreditam nessa possibilidade.
O Ministério das Relações Exteriores já havia informado que o Consulado do Brasil prometeu acompanhar as investigações chinesas e dar toda assistência aos familiares. O Governo do Ceará prometeu pagar os custos com o translado do corpo orçado em cerca de US$ 15 mil.
Diário do Nordeste

